Conheça alguns dos minerais presentes naturalmente na alga Lithothamnium

29 de julho de 2020 0 Por Site Siteb

Os minerais são indispensáveis ao nosso organismo, por isso, a carência de tais compostos interfere diretamente na saúde humana, pois são responsáveis pela formação e manutenção de ossos, dentes, células nervosas, ativação de enzimas, controle hidroeletrolítico, etc.

A alga marinha Lithothamnium apresenta, naturalmente em sua composição, mais de 70 minerais, em quantidades balanceadas e com alta absorção. A seguir, destacamos alguns desses nutrientes responsáveis por variadas funções no organismo.

Cálcio – Indispensável para a saúde, o cálcio é o principal nutriente responsável pela mineralização óssea, sua ingestão correta auxilia na prevenção de doenças como raquitismo, osteomalacia, osteopenia e a mais frequente, principalmente no sexo feminino, osteoporose. Também é o mineral mais abundante no corpo humano, suas funções abrangem: contração e permeabilidade muscular, função enzimática, coagulação sanguínea e transmissão nervosa. Estudos apontam, ainda, que o cálcio contribui positivamente para regulação da pressão arterial, prevenção de câncer, controle dos níveis séricos de colesterol, redução na formação de cálculos renais e minimização dos sintomas da tensão pré-menstrual.

Magnésio – O magnésio torna-se indispensável como cofator para mais de 100 reações enzimáticas. Dentre suas funções, destacam-se: síntese de ácidos graxos e proteínas, transporte de íons como cálcio e potássio. Na prática clínica, esse mineral é utilizado para tratamentos de depressão, insônia e hiperatividade. Possui uma função importante para a prevenção e o tratamento da osteoporose, pois age na promoção da fixação do cálcio nos ossos, logo, sua deficiência pode prejudicar quadros de osteopenia e osteoporose.

Ferro – O ferro tem como principal função o transporte de oxigênio através da hemoglobina. No entanto atua no metabolismo de ácidos graxos, na produção de energia, na destoxificação hepática e na síntese de neurotransmissores.

Potássio – Indispensável na homeostase do equilíbrio ácido-base, o potássio auxilia no controle do pH dos fluidos. Estudos indicam que dietas ricas em potássio contribuem para redução e/ou controle de quadros de hipertensão.

Zinco – O zinco exerce um papel catalítico, estrutural e regulador das metaloenzimas, atua no sistema imune, facilita a cicatrização de feridas, especialmente queimaduras, controla a liberação de vitamina A pelo fígado e é componente da insulina, assim, contribuindo para regulá-la.

Cobre – O cobre atua na redução do estresse e das alergias, previne flacidez e envelhecimento precoce, apresenta ação antioxidante e auxilia na ativação de enzimas necessárias para a produção de melanina.

Selênio – O selênio auxilia no sistema imune ao facilitar um aumento nos níveis de linfócitos T, aumenta, ainda, a atividade das células natural killer, potencializa a ação antioxidante da vitamina E e proporciona efeitos anticancerígenos por elevar a atividade do sistema imune.

Fósforo – O fósforo participa de funções primordiais no organismo, tais como armazenamento temporário de energia proveniente dos macronutrientes, tamponamento do sistema ácido e/ou básico e metabolismo ósseo, assim, atuando com o cálcio na mineralização óssea por meio da deposição de cristais de hidroxipatitas. A associação de bons índices desses minerais previne doenças como raquitismo e osteomalacia.

O Litho Calcium tem como matéria prima as algas Lithothamnium, fonte de todos os nutrientes listados. Proporcionam alta biodisponibilidade no organismo, pois apresentam, em sua composição, um equilíbrio em relação aos minerais presentes na própria alga. Ainda, por serem 100% naturais, orgânicos e veganos, são indicados para todas as pessoas.

REFERÊNCIAS

SCHIEFERDECKER, Maria Eliana Madalozzo; THIEME, Rubia Daniela; HAUSCHILD, Daniela Barbieri. Vitaminas, minerais e eletrólitos – Aspectos fisiológicos, nutricionais e dietéticos. Rio de Janeiro: Rubio, 2016.

PACHOAL, Valéria et al. Suplementação funcional magistral – Dos nutrientes aos compostos bioativos. São Paulo: Vp, 2009.